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Atacarejo Cash & Carry

Nova onda de migração de clientes para atacarejo pode estar em curso

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 10/12/2020

                                               

                                                                                                                                                                                          Foto: Divulgação

As vendas "mesmas lojas" nos super e hipermercados do estado de São Paulo caíram 1% no mês de outubro, o período mais recente com dados consolidados pela Apas (Associação Paulista de Supermercados). Foi a terceira retração consecutiva nessa base de comparação – em agosto a queda foi de 1,6% e em setembro houve redução de 0,8% nas vendas, já descontada a inflação.

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Por outro lado, dados da Abad, associação que reúne atacadistas e distribuidores, indicam crescimento contínuo nas vendas desse segmento desde o início da pandemia. Em outubro, o faturamento avançou 2,76% a nível nacional.

Na opinião de um executivo do setor ouvido pela reportagem do jornal Valor Econômico, está havendo uma nova onda de migração de consumidores para as lojas do formato atacarejo. Esse movimento foi bastante intenso durante a crise de 2014, período em que o cash & carry aumentou exponencialmente a atratividade de consumidores finais com renda em declínio. Ainda não é possível saber se a tendência atual terá a mesma força, até porque hoje o atacarejo está bem mais consolidado do que há seis anos, mas vale observar como anda essa movimentação na sua região.

De acordo com a Nielsen , o atacarejo saltou de 17,2% de participação nas vendas em fevereiro e março deste ano para 21,3% nos dois meses seguintes. Em junho e julho, o canal atingiu o pico de 21,9% de representatividade e conseguiu manter praticamente a mesma participação em agosto e setembro (21,8%). A análise considera vendas de categorias de consumo massivo em todos os canais do varejo alimentar e ainda em bares e farmácias.

Ouvida pelo Valor Econômico, a Apas ressaltou considerar normal a queda de 1% em outubro, e atribuiu a oscilação a uma acomodação gerada pela reabertura de segmentos considerados não essenciais, como shoppings, bares e restaurantes. A associação acredita em vendas 8% superiores nos supermercados neste fim de ano, na comparação com o mesmo período de 2019.

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TAGS:Atacarejo, Cash & Carry
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