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Kantar Inseticidas Repelentes El Niño Calor Pesquisa

Repelentes e inseticidas crescem mais de 2 p.p. com a alta nas temperaturas

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 23/01/2024


Foto: Adobe Stock

Com o fenômeno El Niño trazendo temperaturas acima da média, a previsão é que a proliferação de insetos aumente, e com isso o consumo de repelentes e inseticidas. Para se ter uma ideia, em relação ao verão de 2020, no último ano o consumo em unidades de repelentes cresceu 9%, enquanto inseticidas registraram um crescimento de 48% – e tudo indica que essa alta se manterá em 2024.

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Entre 2020 e 2023, a penetração desses itens teve uma alta de 2.4 p.p. e 2.5 p.p., respectivamente. No comparativo entre os últimos 12 meses terminados em julho de 2022 e o mesmo período do ano passado, o aumento na categoria de repelentes foi de 1,6 p.p., com 6 milhões de novos lares comprando e consumindo.

Os dados compõem o estudo Brasil 40º realizado pela Kantar , que reúne 11.300 domicílios de todas as regiões e classes sociais do País, representando 60 milhões de lares. 

Segundo os dados, os atacarejos se destacam em vendas das categorias, e apresentam um crescimento significativo. Em 2020 o share de vendas dos repelentes era de 6,8% e dos inseticidas de 16,8% no canal. Já em 2023, os percentuais alcançaram 13,2% e 23,9%, respectivamente.

Em relação às unidades de repelentes compradas por lar, em 2022 a média era 1,52 e subiu para 1,66 no ano passado. A maior concentração de consumo é das classes B e A, e a região da Grande Rio de Janeiro é responsável por 12% dos repelentes adquiridos nacionalmente.

Já as unidades de inseticidas compradas por lar eram 3,26 em 2022 e passaram a 3,54 no último ano, com concentração de consumo nas regiões Norte e Nordeste, que representam 34% do total comprado. A penetração da categoria chega a quase 60% da população, o que representa mais de 35 milhões de lares brasileiros.

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TAGS:Kantar, Inseticidas, Repelentes, El Niño, Calor, Pesquisa, Consumo
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