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Máscaras de proteção somem do mercado: o que você precisa saber sobre elas

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 27/03/2020

Reforçar a proteção dos colaboradores contra o risco de contaminação pela Covid-19, especialmente dos times que estão na linha de frente das lojas, como é o caso dos operadores de caixa, empacotadores e repositores, virou um desafio para muitos supermercadistas. O motivo: a máscara de proteção. Tanto que perguntas referentes ao equipamento estão entre as dúvidas mais frequentes dos varejistas, apuradas por SA Varejo em sondagem exclusiva.

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Embora ela não seja um item obrigatório em supermercados – com exceção de áreas específicas, como manipulação de alimentos e limpeza –, tem havido uma pressão de uso pelos funcionários das lojas por parte dos consumidores. Além disso, os próprios colaboradores tendem a sentir-se mais seguros com elas. Segundo o Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial da Saúde), neste momento, a utilização é recomendada apenas para profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães que estejam amamentando e pessoas já diagnosticadas com o vírus.

Gestão de risco

Jonathan Ribeiro, especialista em segurança do trabalho e diretor da Tecnoseg Consultoria , destaca, porém, a importância de a empresa fazer o gerenciamento de risco, conforme previsto na norma NR9 do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. “Nesse processo, deverão ser identificados todos os riscos de saúde e integridade a que os colaboradores possam estar sujeitos. A partir daí, precisam ser tomadas medidas para protegê–los”, explica.

A máscara é um dos EPIs de proteção neste momento. No entanto, Ribeiro alerta em relação ao modelo a ser adotado. Segundo ele, o ideal é o N95/PFF2, que filtra o ar de entrada e o de saída e cujo nível de proteção é de 95%. As demais máscaras, diz ele, não protegem neste caso e ainda podem oferecer risco de contaminação devido ao manuseio inadequado pelas pessoas que as utilizam. Ribeiro também sugere o uso de óculos de proteção de partículas, pois a infecção pela Covid-19 ocorre não só pela boca e nariz, mas também pelos olhos. Já as luvas são desnecessárias.

Corridas às máscaras

Muitos supermercados têm buscado comprar as máscaras para reforçar a proteção do time, mas não têm encontrado. É o caso da rede Rondelli (BA). “Estamos há dias procurando e nada. A demanda aumentou demais. As fábricas não têm dado conta e soube que já falta até matéria prima em algumas delas. E isso acontece em vários países. É uma escassez mundial de máscaras”, destaca Vanessa Sandrini, diretora geral da rede. Quem também enfrenta dificuldade para encontrar a N95 é a rede Barbosa (SP). “Há muitas outras redes na mesma situação. Isso nos preocupa. Afinal, não queremos colocar nosso time em risco. Temos sido transparentes e explicado a clientes e colaboradores a falta no mercado”, conta Juliano Eckhardt, diretor do Barbosa.

Apesar do desafio, Ribeiro, da Tecnoseg, não recomenda que as empresas recorram a máscaras sem Certificado de Aprovação. “Elas não oferecem a proteção adequada. Numa empresa, isso pode gerar problemas, caso alguém fique doente”, alerta o especialista. E se a loja já dispõe de algumas máscaras regulamentadas, não deve incentivar que os funcionários as reutilizem. “Nessa situação, melhor é ficar sem”, orienta.

Já o pessoal de retaguarda não precisa desses EPIs, pois não lida diretamente com o público. Nesse caso,  já são suficientes uma boa ação de conscientização, o treinamento quanto às medidas básicas de higiene dentro e fora da loja, além de mecanismos que os ajudem a praticá-las com frequência, de acordo com Ribeiro.

E enquanto não encontram máscaras no mercado, Ribeiro orienta que os varejistas busquem por alternativas para combater os riscos de contaminação de seus colaboradores. O Rondelli, o Barbosa e várias outras redes já estão fazendo isso. E as medidas adotadas por eles acabam tornando a loja mais segura também para os clientes. O que é muito positivo. E mesmo para aquelas lojas em regiões onde ainda não há casos da doença, é importante que medidas preventivas já comecem a ser adotadas. Clique aqui e veja o que as lojas já estão fazendo. 

 

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TAGS:Máscara de Proteção, EPI, Coronavírus, Covid19, Covid-19, Gerenciamento de Risco, Segurança do Trabalho
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